E a vida segue seu curso. Tudo e qualquer coisa, ao seu tempo. Meu tempo. Seu tempo. Que tempo? Esse que criamos para contar nossos dias sob esse sol. A contagem simbólica da nossa existência, mais uma das fantasias tantas vezes necessárias a que nos agarramos. Para existir. Para estar. Para ser. E sobreviver.
Pedaços. Que vamos encontrando no caminho e que vão fazendo borda para cada um desses fragmentos de nós, na busca imaginária pela totalidade. Pedaços de um todo desintegrado em partículas incontáveis que fazem parte de nós. Do que somos. Caminhos, desejos e escolhas.

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